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Conteúdos Estruturantes/Básicos da Disciplina 


Os conteúdos estruturantes foram fundamentados no estudo da História da Química, e demonstram os conhecimentos com uma dimensão ampla, identificando e organizando os campos de estudos de uma disciplina escolar.
Na abordagem teórico-metodológica dos conteúdos estruturantes da Química devem-se considerar as relações que se estabelecem entre si e os conteúdos específicos.

Matéria e sua natureza:

Conteúdo estruturante que trata da essência da Química é com base neste que o aluno terá suporte para o melhor entendimento dos conteúdos estruturantes Biogeoquímica e Química sintética.
É imprescindível que o aluno compreenda as transformações que ocorrem ao seu redor, tanto no aspecto macro quanto microscópico, procurando entender a ciência e suas aplicações no cotidiano.

Biogeoquímica:

A Biogeoquímica está relacionada com as relações existentes entre a matéria viva e não viva da biosfera, suas propriedades e modificações ao longo dos tempos, correlacionando-os com os saberes biológicos, geológicos e químicos.
É importante ressaltar as abordagens dos ciclos globais do (carbono, enxofre, oxigênio e nitrogênio) e suas relações com a litosfera, atmosfera e hidrosfera, que são fundamentais para explorar as funções químicas.

Química Sintética:

A Química Sintética tem sua origem na síntese de novos produtos e materiais químicos e permite o estudo de produtos farmacêuticos, da indústria alimentícia (conservantes, acidulantes, aromatizantes, edulcorantes), dos fertilizantes e dos agrotóxicos.

O avanço da tecnologia paralelo ao conhecimento científico trouxe algumas mudanças na produção e aumento das possibilidades de consumo. Com isso aumentou o uso de fertilizantes e de agrotóxicos que possibilitaram maior produtividade nas plantações; o desenvolvimento da fibra ótica, que permitiu a comunicação mais ágil; e a utilização dos conservantes, para que os alimentos não pereçam rapidamente.
Assim, a Química Sintética tem um papel importante na vida do ser humano, pois é através dela que podemos sintetizar novos produtos, aperfeiçoar outros já existentes, para melhorar a qualidade de vida de todos. Além disso, a capacidade de aperfeiçoar, desenvolver materiais e transformá-los garante ou não o sucesso econômico de um país.
É importante ressaltar que a Química é uma ciência ampla, e em constante avanço, desta forma, sempre que tratamos dos conteúdos escolares da Química devemos ter em mente, o caráter conceitual e relacional dos mesmos. Em outros termos é necessário relacionar o conteúdo específico que esta se desenvolvendo em sala com os três conteúdos estruturantes, de modo que o aluno perceba que determinados assuntos/conteúdos científicos não são restritos apenas a um segmento da Química.
Entende-se por conteúdos básicos os conhecimentos fundamentais para cada série do Ensino Médio, considerados imprescindíveis para a formação conceitual dos estudantes na disciplina de Química, são eles:
Matéria
Solução
Velocidade das reações
Equilíbrio químico
Ligações químicas
Reações químicas
Radioatividade
Gases
Funções químicas
METODOLOGIA

O trabalho com os conteúdos da disciplina de Química e possíveis Desafios Contemporâneos da educação, serão encaminhados, tendo como ponto de partida o conhecimento prévio dos alunos (síncrese), que será posto em confronto com o saber elaborado da Química, por meio de explicações orais, que tragam informações e conceitos que o aluno desconhece e que serão condição para o prosseguimento, acumulação e aplicação do saber Químico correlacionado com as práticas e relações sociais: experimentos químicos, seminários, discussões, palestras e etc.
Os conteúdos serão encaminhados de modo que ao fim de uma unidade, aquele conhecimento espontâneo tenha sido transformado em um novo conhecimento (síntese), ainda não finalizado, mas que agora servirá como ponto de partida.
É importante dizer que devemos unir o conhecimento científico (escola) com o conhecimento prévio do aluno, onde o mesmo interagi com os diversos objetos no seu espaço de convivência, sistematizando estas idéias para sua posterior construção.
Por isso que a escola, é, por excelência, o lugar que se lida com o conhecimento científico historicamente produzido. Dessa forma, quando o conteúdo o permitir, poderão ser contemplados os conteúdos relacionados aos Desafios Educacionais Contemporâneos, ou seja, Educação Fiscal: onde objetivo será estimular o cidadão a refletir sobre a função socioeconômica dos tributos, possibilitar o conhecimento sobre administração pública, incentivar o acompanhamento, pela sociedade, da aplicação dos recursos públicos e criar condições para uma relação harmoniosa entre o Estado e o cidadão. Educação Ambiental, que visa ser um processo permanente de formação e de busca de informação voltada para a preservação do equilíbrio ambiental, para a qualidade de vida e para a compreensão das relações entre o homem e o meio bio-físico, bem como para os problemas relacionados a estes fatores. Violência na Escola: é necessário considerar o fenômeno da Violência a partir de uma perspectiva histórica, social e política. Compreende-se a violência na escola como um processo que se constitui historicamente no espaço e no tempo escolar. A violência na escola torna-se preocupante pelo fato de que enquanto espaço institucionalizado de desenvolvimento do indivíduo pela educação. Sendo esta um processo de sociabilização, de desenvolvimento intelectual, científico e filosófico do indivíduo. A demanda de Enfrentamento à Violência na Escola visa ampliar a compreensão e formar uma consciência crítica sobre a violência e, assim, transformar a escola num espaço onde o conhecimento toma o lugar da força. A Prevenção ao Uso Indevido de Drogas é um trabalho desafiador, que requer tratamento adequado e cuidadoso, fundamentado em resultados de pesquisa, desprovido de valores e crenças pessoais. Por meio da busca do conhecimento, educadores e educandos são instigados a conhecer a legislação que reporta direta ou indiretamente a esse desafio educacional contemporâneo, bem como a debater assuntos presentes em nosso cotidiano como: drogadição, vulnerabilidade, preconceito e discriminação ao usuário de drogas, narcotráfico, violência, influência da mídia, entre outros.
Alguns métodos de ensino-aprendizagem na prática de Ensino de Química, como: aulas expositivo-dialogadas, realização de atividades em sala de aula, realização de atividades extra-classe, pesquisas bibliográficas, planejamento e execução de projetos educativos, seminários, uso do laboratório de Ciências, uso do laboratório de informática, visitas de estudo e uso de vídeos educativos.
Portanto para que essas metodologias sejam eficientes, é importante ter como suporte os seguintes recursos didáticos-pedagógicos e tecnológicos: livros didáticos e paradidáticos, quadro de giz, calculadoras, tabelas periódicas, modelos moleculares, retroprojetores, laboratório de Ciência, laboratório de informática, aparelho de DVD e TV multimídia.


AVALIAÇÃO

A essência do processo avaliativo é garantir a aprendizagem dos alunos. Por isso, a avaliação não é um momento isolado ou o momento final do processo de ensino e aprendizagem. Ela atravessa todos os elementos da didática, metodologia e seleção de recursos.
Os instrumentos de avaliação podem-se interpretar como os meios e recursos utilizados para se alcançar determinado fim, de acordo com os encaminhamentos metodológicos e em função dos conteúdos e critérios estabelecidos para tal.
Os critérios de avaliação correspondem à síntese do conteúdo, estreitamente vinculado a expectativa de aprendizagem, e define de forma clara, os propósitos e a dimensão do que se avalia. Por isso, a importância dos instrumentos avaliação e critérios de avaliação estarem em consonância com a prática pedagógica para que se alcancem os objetivos esperados no processo de avaliação.
Assim, a avaliação será contínua, compreendendo as formas diagnóstica, formativa, somativa e cumulativa.
Diagnóstica, o objetivo será a análise na avaliação de conhecimentos que o aluno deve possuir num dado momento, para poder iniciarem novas aprendizagens.
A modalidade de avaliação a qual se deve dar maior atenção é a formativa, que deve acontecer sempre que o professor entender conveniente, no decurso do processo de aprendizagem, identificando aprendizagens bem sucedidas e as que apresentarem dificuldades, para que se possa orientar o trabalho com estas últimas, possibilitando a todos os alunos a proficiência desejada.
Quanto à avaliação somativa considerar-se-á todas as atividades avaliativas desenvolvidas durante um período de tempo, que conforme o regimento escolar desse estabelecimento é bimestral, seu objetivo é aferir resultados que são recolhidos pelas avaliações formativas e assim obter indicadores que permitam aperfeiçoar o processo de ensino.
A avaliação somativa complementa, assim, um ciclo de avaliação em que foram já utilizadas a avaliação diagnóstica e formativa. Constitui, assim, um instrumento valioso na tomada de decisões sobre opções curriculares ou sobre inovações educativas. Por conseguinte, a finalidade deste tipo de avaliação é a tomada de decisões sobre apoios e complementos educativos e regime de progressão do aluno. Por isso é que não há sentido num processo avaliativo que não seja contínuo e formativo.
Os instrumentos da avaliação atenderão aos objetivos educacionais específicos de cada conteúdo e tópicos do currículo proposto para a série escolar, planejados pelo professor, e que serão desenvolvidos no decorrer do ensino. Assim, a avaliação será contínua, compreendendo as formas diagnóstica, formativa, somativa e cumulativa, aplicada sob forma de trabalhos em grupo, provas individuais, provas em duplas, relatórios diversos (experiências, visitas de estudo, mostras científicas, etc.), apresentação de trabalhos escolares, apresentação de seminários.
Nas diversas avaliações dar-se-á especial atenção às capacidades de buscar informações, interpretar textos, gráficos, diagramas, linguagem e dados científicos, selecionar e utilizar os tópicos essenciais às atividades que estarão sendo desenvolvidas, produzir textos específicos usando linguagem científica apropriada quando necessária ao seu desenvolvimento, raciocinar matematicamente e expressar por escrito esse raciocínio.
A recuperação de estudos dar-se-á de forma permanente e concomitante ao processo ensino e aprendizagem, de acordo com o Regimento Escolar desse estabelecimento de ensino. Desta forma poderão ser realizadas atividades diversificadas de acordo com o conteúdo a ser recuperado.
O sistema de avaliação do estabelecimento se constitui da soma de trabalhos e provas, sendo que estes valores ainda estão sendo estabelecidos pela equipe pedagógica e corpo docente, devido à mudança do ensino para blocos.
Na recuperação paralela o professor deve considerar a aprendizagem do aluno no decorrer do processo e, para aferição do bimestre, entre a nota da Avaliação e da Recuperação dessa avaliação, prevalecerá sempre a maior.
Os alunos que apresentarem frequencia mínima de 75% (setenta e cinco por cento) do total de horas letivas e média anual igual ou superior a 6,0 (seis vírgula zero) em cada disciplina, serão considerados aprovados ao final do ano letivo, resultante da média aritmética dos bimestres, nas respectivas disciplinas, como segue: média semestral é igual o primeiro bimestre mais o segundo bimestre, divido por dois é igual a média.






REFERÊNCIAS


BARRETO, Elba Siqueira de Sá. A avaliação na educação básica entre dois modelos: Educação e Sociedade, v. 22, nº. 75, Campinas, Ago. 2001.

ESTEBAN, Maria Teresa. Avaliação: uma prática em busca de novos sentidos. 5ª edição, DP&A Editora.

HOFFMANN, Jussara. Avaliar para promover: as setas do caminho. Porto Alegre: Mediação, 2001. p. 24 – 27.

LUCKESI, Cipriano C. Avaliação do Aluno: a favor ou contra a democratização do ensino? Avaliação da Aprendizagem Escolar: estudos e proposições. 2. ed. São Paulo: Cortez, 1995; p. 66-80.

MANZANO, J. C. M, Gordo, N. A Autonomia da escola como contribuição à redução do fracasso escolar.

Secretaria de Estado da Educação. Diretrizes Curriculares de Química para a Educação Básica. Curitiba - PR, 2008.

Projeto Político-Pedagógico. Colégio estadual Izolda Rizzato Liuti – Ensino Médio



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